Sou romântica, não sou idiota!
Mas amar é tão bom, dedicar-se à alguém, fazer feliz outra pessoa é tão bom, que eu me derreto toda se tiver de o fazer. Com o tempo eu descobri que não há nada de errado com esse sentimento, e sim com as pessoas, e como manejamos esse amor.
Quem nunca teve uma decepção? Eu já, mas graças à Deus sempre soube que o meu mundo não iria acabar, que eu era mais do que qualquer um que desmerecesse meu sentimento, e que ele poderia ser conservado, e utilizado sempre que eu quisesse e achasse que alguém merecesse.
E é assim que deve ser. Não se amargure por um fracasso amoroso, espere o próximo se preciso, ou nem espere, só viva, sonhando se preciso, dando outros tipos de amor, se doando para amar a vida, as pessoas, os desconhecidos, os animais, a natureza, uma música, um momento, o Pai, o filho, e o Espírito Santo; enfim só ame, ame muito. Todos os tipos de amor são válidos e todos eles nos revigoram, dão uma dose de adrenalina nas nossas vidas, e nos tornaram românticas crônicas.
Saiba amar, mas comece por amar a si mesmo, intensamente, depois ame quem ou o que vier. Saiba o que fazer com o amor que você sente, seja firme, seja doce, seja fofa, seja o que quiser quando amar, não reprima, só viva. Amor nem tem endereço, nem é uma pessoa.
E quem disse que para amar, para ser romântica precisa ser boba? Que vou deixar minha sensatez? Minha decência, minha essência? Quem disse que o amor oprime? Que nos silencia? Pelo contrário, liberta, e se não for assim, se você estiver se sentindo mal, se deixar de sorrir, de pulular, se achar que algo não está certo, então lamento, esse amor está errado.

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